Autora: Tabitha Suzuma
Quantidade de páginas: 288
Editora: Valetina
Idioma: Inglês/ Português
Gênero: Drama
Sinopse: Ela é doce, sensível e extremamente sofrida: tem dezesseis anos, mas a maturidade de uma mulher marcada pelas provações e privações da pobreza, o pulso forte e a têmpera de quem cria os irmãos menores como filhos há anos, e só uma pessoa conhece a mágoa e a abnegação que se escondem por trás de seus tristes olhos azuis.
Ele é brilhante, generoso e altamente responsável: tem dezessete anos, mas a fibra e o senso de dever de um pai de família, lutando contra tudo e contra todos para mantê-la unida, e só uma pessoa conhece a grandeza e a força de caráter que se escondem por trás daqueles intensos olhos verdes. Eles são irmão e irmã.
Com extrema sutileza psicológica e sensibilidade poética, cenas de inesquecível beleza visual e diálogos de porte dramatúrgico, Suzuma tece uma tapeçaria visceralmente humana, fazendo pouco a pouco aflorar dos fios simples do quotidiano um assombroso mito eterno em toda a sua riqueza, mistério e profundidade.
Vamos a Resenha:
"Podes fechar os olhos a coisas que não quer ver,porém,não pode fechar o coração a coisas que não quer sentir."
Começamos a história com Lochan de apenas dezessete anos falando sobre sua impossibilidade de conversar com os integrantes de sua turma, em como ele é sempre tão reservado e mesmo assim suas notas eram sempre muito boas. Sua irmã Maya estuda na mesma escola que ele, e eles tem mais três irmãos menores. A mãe deles é uma mãe negligente que não está nem aí, mas pelo menos trabalhava e tenta manter o teto sobre as cabeças dele e alimenta-os com pouco.
As crianças menores vão para a escola com uniformes velhos e cheios de buracos, meias velhas e tudo mais. As maiores por estudarem em uma escola melhor, vão mais bem vestidas, de certa forma.
Com o passar do tempo Lochan percebe um sentimento maior pela irmã, do que simplesmente amor de irmão, e isso o deixa atordoado e sem saber o que fazer. Até que um dia ela está saindo com um cara da escola a qual ela gosta e na volta, Lochan está chateado, com raiva, ciúmes e todos os sentimentos possíveis, eles brigam assim que ela chega em casa, e ali ainda na sala de casa, Maya tenta acalmá-la e acabam se beijando.
"Muitas pessoas afirmam que o abusado muitas vezes vai para abuso, assim, para a maioria dos psicólogos, a negligência da nossa mãe - que é considerado uma forma de abuso - estaria ligado diretamente ao nosso comportamento ‘anormal’, que seria interpretado como abuso também."
"Abuso?" Exclamo com espanto.
"Mas quem estaria abusando quem? No abuso, há um agressor e uma vítima. Como poderíamos ser visto como ambos, o abusador e abusado?"
"Maya, vamos lá, pense nisso. Eu seria automaticamente visto como o agressor e você a vítima."
Eles são irmãos, filhos do mesmo pai e mesma mãe e por mais que isso seja errado, eu como leitora acabei torcendo por eles.(Talvez eu não seja normal) Lochan afasta Maya e sabe que aquilo é mais que errado e isso está ecoando em sua mente, o deixando ainda mais perturbado do que antes, e então eles brigam mais feio ainda e passam dias sem se falar, até novamente conversarem e acabarem aos beijos. E é aí que você percebe o tipo de amor que eles realmente sentem um pelo outro. Eles se amam de verdade, não apenas como dois irmãos, mas como duas pessoas. E a cada momento no livro vocês poderão ver que eles se perguntam por diversas vezes se aquilo é certo ou não. Lochan principalmente, se pergunta por diversas vezes. Até que finalmente ele se deixa levar pelo amor que sente pela irmã e acaba sendo levado para um lado obscuro e feio.
"...Lochie. O menino que eu amei uma vez. O menino que eu ainda amo. O menino que vou continuar a amar, mesmo quando o meu papel neste mundo acabar. Ele sacrificou sua vida para me poupar da prisão. Ele pensou que eu poderia cuidar das crianças. Ele pensou que eu era forte - forte o suficiente para continuar sem ele. Mas ele estava errado..."
Começamos a história com Lochan de apenas dezessete anos falando sobre sua impossibilidade de conversar com os integrantes de sua turma, em como ele é sempre tão reservado e mesmo assim suas notas eram sempre muito boas. Sua irmã Maya estuda na mesma escola que ele, e eles tem mais três irmãos menores. A mãe deles é uma mãe negligente que não está nem aí, mas pelo menos trabalhava e tenta manter o teto sobre as cabeças dele e alimenta-os com pouco.
As crianças menores vão para a escola com uniformes velhos e cheios de buracos, meias velhas e tudo mais. As maiores por estudarem em uma escola melhor, vão mais bem vestidas, de certa forma.
Com o passar do tempo Lochan percebe um sentimento maior pela irmã, do que simplesmente amor de irmão, e isso o deixa atordoado e sem saber o que fazer. Até que um dia ela está saindo com um cara da escola a qual ela gosta e na volta, Lochan está chateado, com raiva, ciúmes e todos os sentimentos possíveis, eles brigam assim que ela chega em casa, e ali ainda na sala de casa, Maya tenta acalmá-la e acabam se beijando.
"Muitas pessoas afirmam que o abusado muitas vezes vai para abuso, assim, para a maioria dos psicólogos, a negligência da nossa mãe - que é considerado uma forma de abuso - estaria ligado diretamente ao nosso comportamento ‘anormal’, que seria interpretado como abuso também."
"Abuso?" Exclamo com espanto.
"Mas quem estaria abusando quem? No abuso, há um agressor e uma vítima. Como poderíamos ser visto como ambos, o abusador e abusado?"
"Maya, vamos lá, pense nisso. Eu seria automaticamente visto como o agressor e você a vítima."
Eles são irmãos, filhos do mesmo pai e mesma mãe e por mais que isso seja errado, eu como leitora acabei torcendo por eles.
"...Lochie. O menino que eu amei uma vez. O menino que eu ainda amo. O menino que vou continuar a amar, mesmo quando o meu papel neste mundo acabar. Ele sacrificou sua vida para me poupar da prisão. Ele pensou que eu poderia cuidar das crianças. Ele pensou que eu era forte - forte o suficiente para continuar sem ele. Mas ele estava errado..."
É um livro devastador, e se você tem preconceitos idiotas não leia, pois não irá gostar. Mas, se você for capaz de deixar o preconceito de lado, leia, pois é um livro que irá deixar você completamente devastada, sentimentalmente no chão. Chorando horrores.
Minha opinião como leitora: Por mais errado que eu sei que é o que eles estavam fazendo, eu não vou menti, em todo o livro eu torci por eles, não pelo fato do amor em si, mas pelos sonhos que ambos tinham, de um dia poderem sobreviver e passar por tudo aquilo, sobreviver a pobreza junto com os irmãos menores. Eles se tornaram adultos rápido demais, quando a mãe nunca estava presente, Lochan e Maya acabaram se tornando os pais substitutos dos irmãos mais novos. E talvez tenha sido essa situação de "pais"que os tenha levado a esse amor, ou talvez não.
E digo mais o final, você jamais vai esquecer. É realmente o tipo de livro que você deve ler com lencinhos do lado, e em casa, onde possa chorar sem ninguém lhe incomodar, pois ficará com os olhos inchados.
Eu super recomendo esse livro. Somente para aquelas pessoas que são capazes de deixar seus princípios e preconceitos de lado, abrindo sua mente para uma leitura devastadora, que irá te arrastar junto com ela para um lugar que você se quer imagina.
Minha nota?
Nota:
(Ótimo + Favorito)
A musica que em minha opinião combina com os dois é a deste vídeo.
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Cultura: ow.ly/zhYt4
Saraiva: ow.ly/z9E2N
Curitiba: ow.ly/zeuAN
Submarino: ow.ly/zuxgH
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Olá
ResponderExcluiradorie de mais essa diagramação do livro, achei super top, gosto de quando tem alguns desenhos por dentro do livro, isso me anima na leitura (coisa doida né? ) kkk mas o livro não faz bem a minha
Bjks
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